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Plataforma Zabit · PLD/FT

Do primeiro cliente à fiscalização, com a prova sempre junto.

Quem responde por prevenção à lavagem de dinheiro não perde o sono com o alerta que acendeu. Perde com a pergunta que vem depois — por que você decidiu assim, com que dado, e onde isso está escrito. Esta é a plataforma desenhada em torno dessa pergunta: ela acompanha o dia inteiro de quem responde, momento a momento.

São seis momentos, do primeiro cliente à fiscalização. Cada um abre pela situação, mostra o mecanismo num esquema, e cita a norma e o artigo com link para o texto oficial no acervo da Lupa. Ao pé de cada um está o recorte: até onde aquele momento vai.

Atualizado em

Chega um cliente novo

Você olha, decide que pode, e segue. Daqui a três anos alguém vai perguntar o que você sabia naquele dia — e a base de hoje já não é a base de então.

O que a plataforma faz
  • Seu cliente preenche e envia documentos por link seguro, sem login e sem dado pessoal na URL — o analista revisa e funde no dossiê.
  • E o que foi consultado vira uma peça datada, que a consulta seguinte não apaga. O esquema mostra como.
Num lugar só
  • score
  • classificação de risco
  • PEP
  • listas
  • processos
  • mídia
Lastro normativo

Identificação, qualificação e classificação de clientes. Prazo: até trinta dias para completar a qualificação, quando a relação de negócio começar com informações insuficientes.

Obrigação curada em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio), no acervo da Lupa.

O recorte

O dossiê cobre a consulta às fontes e o registro do que cada uma respondeu, na data em que foi feita; identidade presencial — prova de vida, biometria — é outra camada, e a revarredura entre uma consulta e outra é decisão da esteira.

A prova · o dossiê como foto Dossiê KYC: duas fotos do mesmo sujeito numa linha do tempo, cada uma com o universo de listas que respondeu naquela consulta Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. À esquerda, a foto 1, da primeira consulta: nenhuma lista acusou, e ficam gravadas as listas que responderam sem acusar — OFAC SDN, CGU PEP, UN SC e PGFN. À direita, a foto 2, da reconsulta: CGU PEP passou a acusar, e OFAC SDN, UN SC e PGFN continuam sem acusar. A foto 1 permanece íntegra ao lado da foto 2; a reconsulta não corrigiu a foto anterior, criou outra. As listas nomeadas são exemplo: o conjunto consultado e a sua contagem saem da consulta gravada, não desta figura. DOSSIÊ KYC ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO O dossiê é uma foto do momento:reconsultar cria uma nova foto, nuncasobrescreve a anterior. Score, classificação de risco, PEP, listas,processos e mídia num lugar só. FOTO 1 1ª consulta ACUSOU nenhuma lista NÃO ACUSOU OFAC SDN CGU PEP UN SC PGFN permanece íntegra FOTO 2 reconsulta ACUSOU CGU PEP NÃO ACUSOU OFAC SDN UN SC PGFN nasce ao lado reconsultar tempo Listas de exemplo: a contagem sai de cada foto.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: duas consultas do mesmo sujeito, lado a lado numa linha do tempo. As listas nomeadas são exemplo — quais e quantas foram consultadas sai de cada consulta gravada, não do desenho.

A base cresce e muda

A lista mudou. O quadro societário mudou. O cliente que passou limpo em março pode não passar em setembro. Reconferir todo mundo na mão não é trabalho — é admitir que não dá.

O que a plataforma faz
  • O auditor não pergunta o que acusou. Pergunta o que você olhou. É por isso que a consulta guarda os dois lados — e é o que o esquema mostra, linha por linha.
Fica gravado na consulta
  • critério da consulta
  • carimbo: data, hora e quem consultou
  • versão da lista
  • data do instantâneo
  • histórico da consulta anterior
Lastro normativo

Sanções do Conselho de Segurança da ONU e indisponibilidade de ativos. Prazo: “sem demora e sem aviso prévio aos sancionados”.

Obrigação curada em Joias, pedras e metais preciosos, objetos de arte e bens de luxo ou de alto valor, no acervo da Lupa.

O recorte

A decisão sobre um acerto é de uma pessoa da sua equipe, e a contagem de listas é a da consulta do dia.

A prova · o negativo também é evidência Screening de listas: uma consulta gravada, com o seu critério e o seu carimbo, produz duas colunas de resultado — as listas que acusaram e as que não acusaram Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. No alto, a consulta gravada dentro da foto: o critério — documento por igualdade exata e nome por semelhança acima do limiar — e o carimbo com data, hora e quem consultou. Dessa mesma consulta descem duas colunas de resultado. À esquerda, a coluna ACUSOU, com CGU PEP. À direita, a coluna NÃO ACUSOU, com OFAC SDN, UN SC, UK SANCTIONS, LISTA SUJA e PGFN. As duas colunas voltam a se juntar num só registro: as duas ficam gravadas, e a consulta anterior continua no histórico da pessoa. Cada linha guarda a versão da lista e a data do instantâneo consultado, e é isso que faz do resultado negativo uma prova tão verificável quanto o positivo. As listas nomeadas são exemplo: o conjunto consultado e a sua contagem saem da consulta gravada, não desta figura. SCREENING ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO Mostramos as listas que acusaram e asque não acusaram, com o critério daconsulta e o histórico — evidênciapresa à foto. A CONSULTA gravada dentro da foto Critério: documento por igualdade exatae nome por semelhança acima do limiar. Carimbo: data, hora e quem consultou. ACUSOU resultado gravado CGU PEP NÃO ACUSOU resultado gravado OFAC SDN UN SC UK SANCTIONS LISTA SUJA PGFN as duas ficam gravadas e a anterior fica no histórico Cada linha guarda a versão da lista e adata do instantâneo consultado. Listas de exemplo: a contagem vem da consulta.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: uma consulta gravada, com o critério e o carimbo dela, e as duas colunas de resultado que descem daí. As listas nomeadas são exemplo.

Acende um alerta

Chegaram trinta na fila e o relógio já está correndo. Cada “não era nada” que você escrever hoje é uma frase que alguém vai reler, mais tarde, já sabendo o final.

O que a plataforma faz
  • Fila com facetas, baixa em lote idempotente e espiada lateral sem perder o lugar — cada entidade com URL própria.
  • E as duas perguntas que o alerta levanta — por que acendeu e como a decisão fica de pé — têm, cada uma, o seu esquema.
Fica na trilha
  • veredito e justificativa
  • quem decidiu, e quando
  • aberto → formulário → tratado
Lastro normativo

Monitoramento e seleção de operações e situações suspeitas em até quarenta e cinco dias; e análise das operações selecionadas, formalizada em dossiê, também em até quarenta e cinco dias.

Obrigações curadas em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio) e em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio), no acervo da Lupa.

O recorte

O que está aqui é a regra em produção, sobre o Livro de Regras da própria instituição: ensaiar uma regra contra o histórico é outro assunto, a barra de decisão registra o veredito sem atribuir responsável, e quantas regras existem é medida de cada casa.

A prova · por que acendeu Livro de Regras: a mesma regra escrita como tabela de decisão, e a linha que vence um caso concreto Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. A figura mostra uma única regra escrita como tabela de decisão. Cada linha traz as condições de associação — entidade, titular, produto e risco — e os parâmetros que valem quando é ela a escolhida; aqui o parâmetro é a janela. O asterisco é curinga: aquela coluna não restringe a linha. Para o caso do exemplo, entidade matriz, titular PJ, produto câmbio e risco alto, todas as linhas casam, e vence a mais específica, a que fixa as quatro condições, com janela de 7 dias. As outras continuam no livro, valendo para os casos que só elas alcançam. A ordem das colunas é fixa e decide da esquerda para a direita: entidade pesa mais que titular, titular mais que produto, produto mais que risco. Os valores são exemplo: as linhas e os parâmetros saem do Livro de Regras da instituição, não desta figura. MONITORAMENTO ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO Regra é tabela de decisão: a mesmaregra com parâmetros diferentes porentidade, titular, produto e risco —e o simulador responde qual linhavence usando o motor de verdade. As colunas são as condições de associação;o asterisco é curinga — a coluna não restringe. LIVRO DE REGRAS entidadetitularprodutoriscojanela ****90 dias *PJ**60 dias *PJcâmbio*30 dias matrizPJcâmbioalto7 diasvence CASO entidade matriz, titular PJ,produto câmbio, risco alto Entre as linhas que casam, vence a maisespecífica — as outras seguem valendo paraos casos que só elas alcançam. Linhas de exemplo: a contagem sai do Livro.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: uma única regra escrita como tabela, e a linha que vence um caso concreto. Os valores das colunas são exemplo — as linhas saem do Livro de Regras da instituição.
A prova · a decisão que fica de pé Barra de decisão do alerta: três instantes da mesma barra — aberto, formulário e tratado — e a trilha que o passo tratado deixa Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. Três instantes da mesma barra, empilhados. No primeiro, ABERTO, a barra mostra status, veredito e números do disparo, e fica no topo, antes da grade de abas — aqui vista da aba Evidência. Dar baixa abre o formulário dentro da própria barra: no segundo, FORMULÁRIO, veredito e justificativa são preenchidos sem que a decisão saia da barra, e a aba aberta já é outra, Transações. Dar baixa no alerta grava, e o terceiro, TRATADO, é imutável — nem reabrir, nem editar — e continua à vista de qualquer aba, aqui a de Screening. O que foi decidido fica na trilha: veredito e justificativa, e quem decidiu e quando, presos ao momento da decisão. As abas nomeadas são exemplo; quais abas o alerta tem sai do produto, não desta figura. DECISÃO ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO A decisão fica visível em qualquer abado alerta: aberto → formulário →tratado, imutável. ABERTO na aba Evidência status, veredito e números do disparo no topo, antes das abas Dar baixa FORMULÁRIO na aba Transações veredito e justificativa o formulário abre dentro da barra Dar baixa no alerta TRATADO na aba Screening IMUTÁVEL nem reabrir, nem editar FICA NA TRILHA veredito e justificativa quem decidiu, e quando
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: três instantes da mesma barra de decisão e o que o último deles deixa gravado. As abas nomeadas são exemplo.

Vira caso

O nome que acendeu é uma empresa. Atrás dela há outra empresa, e atrás dessa há uma pessoa. Você tem trinta minutos, uma aba do navegador e três sites públicos abertos.

O que a plataforma faz
  • O caso agrega os alertas, os envolvidos e o prazo — cada envolvido com URL própria.
  • Subir a cadeia societária e ler o extrato são o mesmo movimento, dentro do mesmo caso: os dois esquemas são as duas metades dele.

O prazo que aparece no caso é a régua que a instituição configurou. Não é uma afirmação de prazo legal genérico.

O grau viaja junto com o dado
  • grau do match: provável
  • o CPF na RFB é mascarado
  • documento completo → exato
  • nome + CPF parcial → provável
Lastro normativo

Identificação do beneficiário final do cliente pessoa jurídica; e registro das operações, com regras próprias para espécie. A norma não fixa prazo para nenhuma das duas.

Obrigações curadas em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio) e em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio), no acervo da Lupa.

O recorte

O grafo mostra o vínculo societário como ele está na base pública: quando o casamento não é pelo documento completo, o rótulo é “provável” e continua “provável” — quem confirma a identidade da contraparte é a sua equipe, e a figura mostra o vínculo, não o percentual de participação.

A prova · quem está atrás Beneficiário final: a cadeia societária de uma empresa da esteira subindo, nível a nível, até a pessoa natural no topo, com a procedência e o grau de cada vínculo Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. Os rótulos são genéricos: não correspondem a nenhuma empresa nem a nenhuma pessoa real. Embaixo fica o ponto de partida, Empresa A, o CNPJ que já está na esteira. Uma seta sobe dali para Empresa B, sócia pessoa jurídica, e a seta carrega a procedência do vínculo: base pública da Receita. Outra seta sobe para Sócia 1, pessoa natural no topo da cadeia, com a mesma procedência e com o grau do match declarado como provável, porque o CPF na RFB é mascarado. A partir dessa pessoa, a busca reversa devolve as empresas que ela integra, com o mesmo grau declarado. A figura mostra o vínculo e o grau dele; não afirma identidade e não exibe quanto cada sócio detém. A cadeia real sai da consulta gravada, não desta figura. BENEFICIÁRIO FINAL ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO Grafo societário interativo: cliquenum sócio e a vizinhança se abre, coma base pública da Receita. Cadastro, situação, CNAE, naturezajurídica, matriz e filiais do CNPJ dentroda esteira — e o grafo a um clique. PONTO DE PARTIDA Empresa A CNPJ na esteira sócia — vínculo declarado nabase pública da Receita SÓCIA PESSOA JURÍDICA Empresa B sócia — vínculo declarado nabase pública da Receita grau do match: provável o CPF na RFB é mascarado PESSOA NATURAL Sócia 1 topo da cadeia societária Quais empresas essa pessoa integra, pelabase pública da Receita — com o grau domatch declarado.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela. Os rótulos são genéricos e não correspondem a nenhuma empresa nem a nenhuma pessoa real: a cadeia sobe do CNPJ que já está na esteira até a pessoa natural no topo.
A prova · o que passou pela conta Registro de operações: o mesmo histograma na mesma janela, com e sem a régua da renda — renda não apurada não vira linha em zero Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. Dois cartões trazem o mesmo histograma de transações dentro da mesma janela, e diferem só no que se sabe da renda. À esquerda a renda foi declarada: a régua é uma linha tracejada no valor do cadastro, acima da linha do zero. À direita a renda não foi apurada: não há linha nenhuma — a plataforma diz renda não apurada, e o zero segue sendo a base das barras, nunca a régua. Uma janela só governa o histograma, as contrapartes e a lista. Abaixo, as contrapartes: casar pelo documento completo dá o rótulo exato; casar por nome mais CPF parcial dá o rótulo provável, e o que a Receita e a lista PEP trazem é corroboração com proveniência, nunca afirmação. As barras são esquemáticas: os valores, a janela e as contrapartes saem da consulta gravada, não desta figura. REGISTRO DE OPERAÇÕES ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO Janela, histograma, contrapartes e arenda como régua — renda desconhecidanunca vira zero. COM RÉGUA renda declarada zero régua no valor SEM RÉGUA renda não apurada zero zero não é régua as mesmas transações uma janela só governa o histograma,as contrapartes e a lista de transações. CONTRAPARTES documento completoexato nome + CPF parcialprovável A contraparte existe como fatotransacional antes de existir comocadastro — com o que a Receita e a listaPEP corroboram, e a proveniência à vista.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: o mesmo histograma na mesma janela, com e sem a régua da renda, e as contrapartes que saem dali. As barras são esquemáticas.

Preciso comunicar

O relógio começou a correr num dia que já passou. O prazo você sabe de cor. O que você não sabe, agora, é quantas obrigações estão correndo ao mesmo tempo — e quais já viraram.

O que a plataforma faz
  • O relógio é carimbado na escrita: fato, prazo e base legal ficam no registro; o estado — em dia, atrasada, enviada com atraso — é derivado, nunca digitado.
  • A comunicação nasce com as alíneas sugeridas, o XML do SISCOAF gerado e o hash do lote — pronto para o SISCOAF: você aprova.
  • O certificado digital fica sob custódia por Entidade declarante, com o modo de envio configurado.

Honestidade sobre o ambiente: no ambiente local, o botão de envio abre um aviso que diz, literalmente, “Ambiente local: envio simulado”. O limite está na própria frase acima — você aprova: o ato perante o órgão é da instituição.

A prova · o estado não se digita
Gravado na escrita
  • o fato
  • o prazo
  • a base legal

derivado

O estado
em dia atrasada enviada com atraso
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela. Os três estados são os que a própria plataforma deriva do registro; nenhum deles é um campo que alguém preenche.
O recorte

Este momento vai até a comunicação pronta para o SISCOAF; homologação, retificação e protocolo acontecem no próprio órgão.

Vem a fiscalização

O pedido chega e diz: mostre o que você fez, e por quê. Não é a decisão que está em jogo — é conseguir reconstruí-la, com as pessoas que já saíram e o sistema que mudou.

O que a plataforma faz
  • Cada relatório guarda o que foi consultado, o critério, quem decidiu e quando — e continua legível anos depois, do jeito que foi emitido.
  • Cada tela tem URL: cola no Slack e o colega cai no mesmo lugar — e dá para espiar sem perder onde você estava.
A prova · o que sobrevive à rotatividade do time
  1. 01A foto a consulta daquele dia, íntegra ao lado da seguinte
  2. 02O critério e o carimbo como se consultou, quando, e quem consultou
  3. 03O veredito a justificativa, quem decidiu, e quando
  4. 04A execução o relatório, com o número que ninguém consegue mexer

O que vale é a propriedade: reaberto anos depois, o relatório tem de dizer a mesma coisa que disse no dia.

Esquema do mecanismo, não uma captura de tela.
Lastro normativo

Guarda de documentos, cadastros, registros e dossiês. Prazo: dez anos para cadastros, registros de operações e dossiês; cinco anos para os documentos e informações dos incisos VIII a XIV do art. 66 e para o contrato do art. 31.

Obrigação curada em Instituições autorizadas pelo Banco Central (bancos, fintechs, instituições de pagamento, cooperativas de crédito, consórcios e câmbio), no acervo da Lupa.

O recorte

O assunto deste momento é a guarda e a recuperação do registro. O relatório anual de avaliação de efetividade, a cobertura de tipologias, a avaliação interna de risco e a capacitação da equipe são peças da própria instituição — o que a plataforma guarda é o registro que elas citam.

Depois dos seis momentos

E o dia inteiro cabe dentro da sua ferramenta de IA

Metade do seu time já vive no Claude ou no Cursor. Ou a governança vai junto — ou ela fica na tela que ninguém mais abre.

O que a plataforma faz
  • Quais modelos o time pode usar é uma allowlist auditada, não um acordo de boca.
  • A tela, a API e o agente atravessam o mesmo portão — e é isso que o esquema desenha, porta por porta.

A allowlist é superfície de administração, não tela de cliente. E quantos módulos estão servidos sai da medição do dia, não desta página.

O recorte

Cada ação com efeito é aprovada por uma pessoa, dentro de um workspace só — o agente não atravessa de um para outro. E a base de casos da instituição ainda não está entre as fontes que ele lê.

Fora do eixo normativo

Esta seção é de plataforma, e não de obrigação: ela fala de mecanismo, e por isso não cita norma nem artigo — inventar base legal para ela seria inventar campo.

A prova · uma capacidade, três portas Agente e MCP governado: uma capacidade tipada, três portas — a tela e a API por REST, o agente por MCP — e o mesmo portão de governança em todas Ilustração do mecanismo, não uma tela do produto. No alto, a fonte única: a capacidade tipada, declarada uma vez. Dela saem três caminhos iguais, e cada um atravessa a mesma faixa de governança — aprovação humana, cota, revogação e auditoria por chamada — antes de chegar à sua porta: a tela, por REST, para uma pessoa no produto; a API, por REST, para um curl ou um sistema; e o agente, por MCP, para o Claude ou o Cursor. A governança não muda com a porta, e a ação com efeito continua parando na aprovação de uma pessoa. Os agentes nomeados são exemplo; quantos módulos e contratos estão servidos sai da medição do dia, não desta figura. AGENTE ILUSTRAÇÃO DO MECANISMO IA prepara, humano decide,plataforma prova toda ação com efeito passa poraprovação explícita FONTE ÚNICA CAPACIDADE TIPADA A MESMA GOVERNANÇA NAS TRÊS aprovação humana cota revogação auditoria por chamada REST TELA uma pessoano produto REST API um curl ouum sistema MCP AGENTE Claudeou Cursor Seu Claude ou seu Cursor operam o Zabit com amesma governança da tela: aprovação humana,cota, revogação e auditoria por chamada.
Esquema do mecanismo, não uma captura de tela: uma capacidade declarada uma vez, três portas para chegar a ela, e a mesma faixa de governança atravessada por todas. Os agentes nomeados são exemplo.

O que sustenta os seis momentos

Quatro coisas que a Zabit trata como fundação, não como recurso

  • 01

    O acesso governado

    O portão não é da tela: é da capacidade. Aprovação humana, cota, revogação e auditoria por chamada valem igual para a pessoa, para o curl e para o agente.

  • 02

    O grafo societário dentro da esteira

    A cadeia sobe do CNPJ que já está na esteira até a pessoa natural no topo, com a base pública da Receita — sem sair do caso e sem trocar de ferramenta.

  • 03

    A evidência como sistema

    A foto, o critério, o carimbo e o veredito não são um relatório que se gera no fim. Eles nascem junto com o ato, porque é assim que sobrevivem à auditoria.

  • 04

    O fim da linha brasileiro

    Alíneas, XML do SISCOAF, hash do lote, custódia de certificado por Entidade declarante e calendário como dado, não como código — o pedaço do trabalho que só existe aqui embaixo.

O próximo passo

A norma é o ponto de partida. A plataforma é onde ela vira rotina.

Toda obrigação de PLD nasce de um artigo publicado por um órgão, e é daí que a Lupa parte: você dá o CNPJ e ela devolve as obrigações daquela empresa com a norma, o artigo e o link para o texto oficial. De graça e sem cadastro.

Os seis momentos desta página são esse mesmo lastro no dia de quem responde — o cliente novo, o alerta, o caso, a comunicação, a fiscalização. Quando quiser ver isso por dentro, a nossa equipe mostra.